Publicado por: Linha Campeira em: 11 março 2011
Gosto de ver como o Grémio trata as suas vitórias "espetaculares". São verdadeiros "imortais" quando ganham batalhas como a da última quarta.
Enquanto todos os "grandes" times brasileiros, que cairam para a segunda divisão e voltaram para a série A com grande facilidade, o Grémio se viu obrigado a travar uma "batalha memorável" contra o poderoso Nautico, equipe famosa no norte do país, por não conseguir bons resultados a nível nacional.
Já na final da Taça Piratini, os bravos guerreiros gremistas venceram os gladiadores do S.E.R. Caxias, em outra batalha histórica, vencida com a ajuda da arbitragem, da torcida e do próprio Grémio.
É incontestável o fato de que o Grémio não se entrega até o final do jogo. É incontestável que os árbitros agem sempre em favor dos times grandes. É incontestavel também que o Grémio trata como heróis aquele que jogaram tão mal, e que sucumbiram ao poderoso Caxias, em pleno Olímpico.
Batalhas memoráveis contra equipes do mesmo nível, ainda estão para nascer por aqueles lados. Basta o maior exemplo. A imortalidade morreu na final da Libertadores contra o Boca Jrs. Mas este não era o Nautico e nem o Caxias. Onde estavam os heróis? Do lado do Boca ??
Quando o Grémio empatou com o Caxias, o fiásco já estava consumado. Sofrer daquela forma para ganhar o gauchão, contra a mesma equipe que o Inter ganhou de 8 a 0, à poucas edições, já dá flauta.
Se é que me entendem!!!
Foi 8 a 1. Mas fora isso, tá perfeito o texto.
11 março 2011 às 3:59 pm
Pey!